De qualquer modo, nem tudo está perdido. Encontrei livros esquecidos e separei "A confissão de Lúcio", do Mário de Sá-Carneiro pra ler. Li na ponte aérea, li no sofá, li na cama. Não sei se vou terminar de ler. Amor demais a Paris, à boemia, à "arte", à lourice. Coisa chata. O Lúcio com certeza usaria o Instagram.
Bom, acho que termino. Tem um crime, ou não. Quero tirar da frente pra ler os livrinhos da coleção nova da Folha.
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